22 de janeiro de 2009

Vamos nos beijar lentamente, vamos amar de verdade


A morte não tem educação. Ela não bate à porta. Ela não pede licença para entrar, como se queixa o profeta Jeremias: “A morte subiu e penetrou pelas nossas janelas e invadiu as nossas fortalezas, eliminando das ruas as crianças e das praças os rapazes” (Jeremias 9.21).

Portanto, vamos nos perdoar rápido, vamos nos beijar lentamente, vamos amar de verdade, vamos rir descontroladamente, vamos valorizar tudo que há de bom e nos faz sorrir. E, mais do que tudo, vamos nos aproximar cada vez mais de Deus, com quem nos encontraremos face a face logo depois da morte!

Revista Ultimato - Edição 314

5 comentários:

alex carrari disse...

Olá amigo, bela postagem.

A percepção da realidade da morte como uma experiência inevitável, pode nos conduzir a uma vivência mais responsável e leve em relação a Deus e as pessoas que compõe a nossa existência. Assim, cada momento não precisa ser vivido sob o peso da contemplação do todo para que tenha significado, basta saber que ele é único, não se repete, e isso é o suficiente. Acho que por isso Jesus disse para não se preocupar com o amanhã . Eis um homem que sabia viver, a ponto de no final da sua vida não considerar seus discipulos apenas servos e sim amigos, pois valorizou e viveu cada momento como eles sabendo que era único.
Por isso valorizo nossos momentos de divagações como únicos e válidos em si mesmos.

É muito bom ser seu amigo,

Grande abraço,

Alex

jacker disse...

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Anônimo disse...

Jesus quer te salvar meu querido, não esquece que às vezes procuramos desculpas para nossos pecados e tentamos nos esconder atrás de afirmações que saem da mente perversa do homem, mas Deus te ama e tudo que você sabe não é nada sem Jesus na sua vida! Um abraço.

João Carlos disse...

Paulo, primeiramente obrigado por se unir à minha família em oração por minha mãe que até hoje, 30/7/09, se encontra em coma. Deus o abençoe.

Concordo com o texto que você publicou, ainda mais pelo momento que estou vivendo. Vejo que amei muito pouco minha mãe, muito menos do que ela merece ser amada. Ainda tenho tempo para beija-la mais, mesmo que não vejamos reações aparentes. A alma está lá, o espírito está lá, e isso me conforta.

Um grande abraço!

João Carlos disse...
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